1. Este deve ter sido um dos Carnavais mais caros de sempre. Os custos inerentes à abertura de infraestruturas não devem ter compensado. Atente-se, por exemplo, no Metro de Lisboa - teve a rotação normal para um dia de semana e a afluência de um Domingo. Prejuízo.
2. Tudo o que é informatizado não estava programado para que o dia de ontem fosse um dia de trabalho. Existem por exemplo programas que não permitiam qualquer tipo de marcação para a data. Os parquímetros colaboraram - punham-se 20 cêntimos e a coisa estava paga até ao dia seguinte (portanto, hoje) de manhã. Prejuízo.
3. Não li ainda notícias sobre o assunto, mas suponho que, ainda assim, a afluência aos festejos tenha sido inferior ao normal. Logo, prejuízo também.
Eu não gosto do Carnaval. Mas a expressão "É Carnaval, ninguém leva a mal" este ano teve o seu expoente máximo de inadequação. É que, Sr Ministro, levamos todos a mal. Quem foi trabalhar e quem não foi. Estas coisas, a serem bem feitas, têm que ser programadas. Antecipação é a palavra de ordem.
Apesar de nunca ter vistos tantos mascarados nos diferentes locais de trabalho, os políticos deste País não devem ter precisado de máscara para se verem ao espelho e perceberem o efeito prático das suas decisões.
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2. Tudo o que é informatizado não estava programado para que o dia de ontem fosse um dia de trabalho. Existem por exemplo programas que não permitiam qualquer tipo de marcação para a data. Os parquímetros colaboraram - punham-se 20 cêntimos e a coisa estava paga até ao dia seguinte (portanto, hoje) de manhã. Prejuízo.
3. Não li ainda notícias sobre o assunto, mas suponho que, ainda assim, a afluência aos festejos tenha sido inferior ao normal. Logo, prejuízo também.
Eu não gosto do Carnaval. Mas a expressão "É Carnaval, ninguém leva a mal" este ano teve o seu expoente máximo de inadequação. É que, Sr Ministro, levamos todos a mal. Quem foi trabalhar e quem não foi. Estas coisas, a serem bem feitas, têm que ser programadas. Antecipação é a palavra de ordem.
Apesar de nunca ter vistos tantos mascarados nos diferentes locais de trabalho, os políticos deste País não devem ter precisado de máscara para se verem ao espelho e perceberem o efeito prático das suas decisões.
Uma palhaçada, portanto.






























